Há momentos na vida em que nos sentimos numa redoma, presos a um quotidiano sincopado, bem diferente de tudo quanto ambicionamos. Olhamos ao redor e tentamos dar graças pelo que temos, pelo que vamos colhendo a cada dia que passa, sem questionar se poderia-mos ter mais ou melhor. Por muito pouco verdadeira que seja a anterior afirmação, sinto-me muitas vezes assim, conformada e apática ao que tenho recebido ao longo desta passagem. Com muito pouco nos contentamos, mas com muito menos nos desiludimos. Faz-me falta o que não tenho, mas muito mais o que gostava de ter. Gostava de um pouco mais de respeito por mim; um pouco mais de amor próprio; um pouco mais de coragem para dizer não; um pouco mais de consciência; um pouco mais de egoísmo; um pouco mais de tento nos actos; um pouco mais de despreocupação; um pouco mais de optimismo; um pouco mais de confiança; um pouco mais de cegueira alheia; um pouco mais de frieza; um pouco mais do que não sou, nem faço por ser, porque esta sou eu, e eu sou assim, quer goste (m) ou não!
PS - O lançamento do áudio livro correu muito bem, com bastantes crianças e respectivos pais e avós a assistirem e a participarem nas muitas actividades que se criaram. Foi emotivo ver miúdos e graúdos a cantarolarem músicas de outros tempos. Ainda que "sozinha", porque não tive o privilégio de ter amigos e colegas de trabalho presentes, foi uma manhã diferente e muito bem passada.
Até amanhã ou depois!
PS - O lançamento do áudio livro correu muito bem, com bastantes crianças e respectivos pais e avós a assistirem e a participarem nas muitas actividades que se criaram. Foi emotivo ver miúdos e graúdos a cantarolarem músicas de outros tempos. Ainda que "sozinha", porque não tive o privilégio de ter amigos e colegas de trabalho presentes, foi uma manhã diferente e muito bem passada.
Até amanhã ou depois!



