quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vida

A vida prejudica a expressão da vida. Se eu vivesse um grande amor nunca o poderia contar.” Fernando pessoa


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Até amanhã ou depois!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Outono

Adoro a entrada do Outono, mas temo o que por aí vem. Por norma, nesta época fico mais em baixo, deixo-me cair, tal como as folhas. Choro mais, tal como as núvens que vertem suas lágrimas. Ficou saudosa do cheiro a maresia, mas delicio-me com o odor a terra molhada. Tenho dias em que a minha aura não passa de uma luz ténue, mas magicamente enigmática. É assim o Outono. Sou assim, eu!
Nesta estação de mudança, sinto-me perdida, como se não tivesse rumo ou metas a atingir. Facilmente me vejo fraquejar. A nostaligia apodera-se de mim e tolda-me. É esta consciência que me chama à razão e me faz continuar a lutar e a não quebrar.
Paro e penso mais no passado, no presente e no que poderá vir. Do passado guardo algumas boas lembranças, mas não tantas como as menos positivas. Do presente, apraz-me sentir que superei e derrubei barreiras findas. Quanto ao futuro, não sei o que me espera, mas gostava que fosse algo de bom, com saúde e amor. É por isso que vou lutando e acreditando a cada dia que passa, como se acreditasse que sim, que a minha vez um dia chegará!




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Até amanhã ou depois

sábado, 20 de setembro de 2008

Eu sei



Hoje não me apetece escrever, estou demasiado cansada de tudo...até de mim!


Até amanhã ou depois!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Donna Ma

Ontem foi dia grande para os milhares de fãs de Madonna. Confesso que não sou fanática pela artista, mas aprecio alguns dos seus trabalhos. O ingresso foi oferecido, por isso, deixei-me levar pela euforia gerada em torno da vinda de uma das maiores referências da música pop.


O espectáculo foi isso mesmo, um verdadeiro espetáculo, em todos os sentidos. Valeram as quase duas horas de fila interminável para entrar no recinto. O ambiente era descontraído, a multidão do mais plural que podia haver.


Ao contrário do que era previsto, os portões da Bela Vista abriram passavam muitos minutos das 17h.


Em romaria, a passo e passo, depois de um controlo cerrado, miúdos e graúdos entraram no parque. Houve quem corresse à procura do melhor lugar para assitir ao show, mas houve quem perferisse aconchegar o estômago e hidratar o corpo com a bela da cerveja.

Eu, pessoalmente, corri à procura de um WC para deitar fora toda a água ingerida durante o tempo de espera para entrar no recinto.

Ainda não eram 20h e a artista sueca Robyn subiu ao palco, o mesmo palco que Madona viria a pisar uma hora e meia depois.

Neste entre tempo, também o meu grupo de amigos se juntou à maioria dos presentes para jantar, ou melhor, para comer qualquer coisa que nos aconchegasse.


Enquanto trincávamos a bela de fatia de piza, o anfiteatro da Bela Vista assistiu ao início do espectáculo, que começou com um jogo de luzes e animação 3D. Eram 21h15m. Magestosa, a Diva surgiu sentada num cadeirão, toda ela ornamentada de cabedal. Poderosa!

Sem direito a falhas, tudo foi pensado ao milímetro. Durante duas horas Madonna não parou. Nem por um minuto se fez silêncio. Foram duas horas de pura adrenalina, preenchidas de cor, dança e, claro está, de música.

Os parabéns não podem ir só para a rainha da pop, que tem uma das melhores, se não a melhor equipa de profissionais consigo. Achei espantosa a qualidade do som, das coreografias, das passagens e misturas de música.


Ainda que estivesse distante do palco, deu para sentir e ver o show. Afinal, 75 mil pessoas é muita pessoa.


De todo o repertório, admito que não conhecia as letras de tudo o que foi interpetado. Mas, repito, o meu objectivo foi o de assistir à actuação perfeita e única como foi a de ontem.


Nem mesmo o frio que se fazia sentir me demoveu de ficar de pedra e cal a assistir ao melhor espetáculo que alguma vez vi!



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Até amanhã ou depois

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Mais um dia!

Há dias assim, em que nos sentimos apáticos, com vontade de tudo e de nada. Parece que a vida passa a correr, com uma pressa desmesurada e assustadora. Chego ao final do dia estupidamente cansada, com um desejo imenso de fechar os olhos e dormir. Dormir para desligar e recargar energias. Mas a verdade é que na manhã seguinte o cansaço acorda comigo. Gostava que fosse diferente, mas não tenho conseguido.
Vou coleccionando dores de cabeça, de costas e este ar desmaselado, de alguém que sofre de alguma coisa. Por vezes dou por mim a ser quem não sou.
Sinto-me cada vez mais sem paciência, sem forças para colocar em prática o que me dá vontade.
A verdade é que só paro em momentos como este, quando me dedico a “vomitar” o que sinto. Mas justiça seja feita, tenho de dizer que existe alguém na minha vida a quem devo muito. Alguém que me tem dado a mão, que me tem feito reagir e seguir em frente. Alguém que me faz sentir especial. A esse alguém me vou dedicando e demonstrando o quanto estou grata por tudo.
O dia está a acabar e finalmente vou repousar a cabeça no meu travesseiro, aconchegar-me nas minhas mais que tudo, Mano e Lopo, e deixar-me embalar num sono profundo, mas não sem antes ouvir a voz de quem AMO.
Até amanhã ou depois

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Promiscuidade!

Passaram alguns dias sem dar “notícias”. Pois é, outras prioridades têm tomado o meu tempo. Hoje resolvi escrever sobre algo que me deixou chocada neste fim-de-semana. Fui com amigos até uma das muitas discotecas lisboetas. Ao contrário do que é normal, a dita discoteca contou com a presença de muitos jovens, alguns com menos de 18 anos, seguramente. Depois de dar um pezinho de dança, rumei até à ala dos fumadores para descansar um pouco, dado o meu estado de cansaço e a hora avançada. Fiquei a analisar o comportamento da multidão, a agilidade da DJ e a destreza dos barman’s / barwomen’s. Foi neste momento de pausa que os meus olhos se fixaram num grupo de jovens, rapazes e raparigas, que além de estarem bem bebidos, estavam bem alterados. Achei estranho quando vi um dos rapazes começar a beijar um outro rapaz, como se não houvesse mais amanhã. Se com isto fiquei perplexa, a coisa agravou-se quando vi uma rapariga, do mesmo grupo, a dirigir-se a um dos amigos a pedir-lhe que fosse beijada. E assim foi! O ritual repetiu-se vezes sem conta entre os dez membros daquela turma. Trocavam de par como quem troca de camisa. Estava atónita!
Penso que terei sido a única pessoa que se apercebeu da cena. Centenas de pessoas dançaram a noite toda e, penso eu, ninguém se terá apercebido. Ou então, até deram conta do que se estava a passar, mas ignoraram. Agora pergunto: será que sou eu que estou ultrapassada, que sou mente fechada, que tenho andado a perder novas tendências ou…está tudo louco? Falta referir que aquelas raparigas e rapazes não têm mais de 19 a 20 anos!
Acho que uma palavra resume bem aquilo que penso do que presenciei: promiscuidade!



Imagem CS


Até amanhã ou depois!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Férias vs Trabalho

Para quem me conhece, sabe que não sou de ter inveja de terceiros, mas a verdade é que hoje um sentimento estranho se apoderou de mim ao entrar no escritório vazio, dada a ausência de mais de 90% do pessoal, que está, adivinhem, de férias! Senti uma nostalgia imensa dos tempos de escola, quando tinha mais de um mês de descanso. Já lá vão uns bons quatro anos sem repouso total, sem preocupações laborais, sem o telefone a tocar por causa disto ou daquilo. O que mais desejo neste momento é que chegue o dia em que terei direito às tão desejadas férias, longe de casa, do reboliço citadino, das inquietações profissionais e, muito importante, com dinheiro no bolso para pegar na minha laranja-metade e “fugir” para um destino qualquer, onde não falte sol, praia e muita diversão. Enquanto esse momento não chega, vou aproveitando os finais de dia para estar com amigos, fazer jantaradas e dar um pé de dança no local de sempre. Aos finais de semana recupero horas de sono e rumo para onde me desafiarem.
Não fosse o custo exacerbado do combustível e a necessidade de descansar, garanto que agora não estaria para aqui a “lamentar” desejos básicos, como é o de ter FÉRIAS!
Para quem está de “molho”, aproveitem e gozem enquanto podem. Para quem, como eu, está a dar no duro, coragem que a nossa vez vai chegar!








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Até amanhã ou depois!