Fica aqui o som! (o vídeo tem imagens deprimentes, mas foi o que consegui encontrar a esta hora avançada da noite/madrugada!)
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Choose Love
Fica aqui o som! (o vídeo tem imagens deprimentes, mas foi o que consegui encontrar a esta hora avançada da noite/madrugada!)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Factor "C"
Até amanhã ou depois!
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Gripe?
Mais um dia de trabalho. Mais um dia agarrada ao telefone, ao portátil e aos auxiliares de memória, para que nada seja esquecido. Se num minuto estou a falar do projecto “x”, no outro estou a comentar o “Y”. No meio de um mar de responsabilidades laborais, tempo ainda para as preocupações pessoais. Vale o trabalho para atenuar o que mais me faz sofrer. Pouco importa o que seja, porque a dimensão dos nossos problemas ganha grandeza dentro de nós e não aos olhos de terceiros.
O dia terminou com mais uma reunião. Logo hoje que não estava nada preparada – calças de ganga, o belo do ténis e colete de penas. Enfim, a roupa não foi o pior. Quando cheguei, fui recebida cordialmente, com todas as formalidades inerentes a uma empresa de prestígio. Antes da reunião começar, a pergunta da praxe: “quer um café, uma água, qualquer coisa?” A resposta de sempre: “uma água, obrigado!”.
Sem saber bem porquê, a directora de mkt olhou para mim e comentou: “está doente, constipada?” Fiquei atónita, sem saber o que responder. Engoli em seco e confirmei as falsas suspeitas da simpática senhora. “Sim, estou engripada!”. Tentei conter-me para não chorar. Valeu-me a entrada de rompante da moça que gentilmente me serviu a dita água. Posto isto, a reunião começou. Foram mais de 45 minutos de blá, blá, blá, blá! Entre um golo e outro lá fui mantendo a concentração. Quase uma hora depois, a reunião terminou e despedi-me com um: ” foi um prazer, vamos mantendo contacto”. No final, a simpática directora de mkt fitou-me o olhar e disse: “as suas melhoras, vá descansar que tem cara de quem precisa e muito!”. Sorri, agradeci e gelei!
Eram cerca das 20h e resolvi ir ao hipermercado mais próximo comprar algo para dar alimento ao corpo. Mal liguei o telefone foi um não mais parar de telefonemas consecutivos. O que poderia ter comprado em pouco mais de 10 minutos, levou mais de uma hora. Parecia uma tola de um lado para o outro nos corredores do hiper. Às páginas tantas já não sabia o que tinha ido lá fazer. Resolvi pousar o cesto das compras e encostar-me junto à secção de lacticínios. Contas feitas, já passava das 21h quando me dirigi à caixa para pagar meia dúzia de coisas.
Chegada a casa, hora de tomar um duche e dar atenção às minhas mais que tudo. Enquanto isto, fui ligando o PC para ver e responder a mails. O telemóvel tocou e do outro lado uma voz doce perguntou: “já jantaste?”. Pensei duas vezes antes de responder: “não, mas vou trincar qualquer coisa daqui a nada!”. A verdade é que passa das 24h e ainda não me deu a fome. Mas sim, agora vou até à cozinha ver o que há para depois deitar-me e “desligar” a cabeça. Afinal, devia estar deitada a curar a suposta gripe!
IMG CS
domingo, 16 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Mar Agreste
Gostava de começar as minhas dissertações bloguistas sem ser: há dias assim! Mas não encontro melhor expressão! A verdade é que aquilo a que chamamos de vida não tem andado pelos ajustes. Melhor dizendo, o rodopio profissional tem sido alucinante e os apêndices adjacentes ao nosso dia a dia têm sido do pior. Há umas semanas dei conta que o meu carro tinha sido rebocado, o que me levou da carteira cerca de 120€. Depois, o alternador do meu humilde meio de transporte morreu e obrigou-me a deixar no mecânico mais 200€. Pensei que se tratava de uma semana de azares, mas não! Além das preocupações profissionais, da instabilidade emocional causada pelo esforço mental em organizar trabalho, gerir vida familiar e social, dei-me conta da minha impotência em querer colocar em prática algo tão simples como seja surpreender a pessoa que um dia arrebatou meu coração.
A trama não se fica por aqui. Hoje, depois de sair de uma reunião em Miraflores, seguia eu calmamente no IC17 quando o carro que me precedia travou bruscamente, levando-me a travar a fundo, mas sem efeito. Choquei na traseira do veículo com toda a força. Por segundos deixei de respirar, dado o embate. A culpa foi minha. O condutor envolvido tentou evitar bater num “chico esperto” que se colocou à má fila à sua frente! Conclusão, carro desfeito e conta a zeros para o arranjar! Não sei se estou triste, frustrada, irritada ou zangada. Diria que estou dormente, mas não apática. Dou por mim a pensar no que estará para vir depois desta maré agreste. Quero pensar que amanhã o sol brilhará e que a tempestade passará. Quero acordar e sentir que o pesadelo acabou.
O presente que não consegui oferecer
Por esquecimento ou medo, faltou dizer que a saúde não anda famosa, mas este é um assunto sobre o qual não gosto de escrever, quem sabe por receio do que está para vir!
Até amanhã ou depois!



