quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Choose Love

Hoje, a caminho de um jantar, entre conversas durante a viagem de carro, ouvi uma música que me despertou a atenção. Perguntei que música era e de quem era. Rita Red Shoes, responderam. Sinceramente não conhecia grande coisa da artista, mas fiquei fã, a sério que sim. No final da noite, na hora da despedida, ofereceram-me o CD. Choose Love é o nome da faixa que mais me tocou.
Quem nunca ouviu uma música que nos faz pensar, sentir, chorar, rir ou lembrar?

Fica aqui o som! (o vídeo tem imagens deprimentes, mas foi o que consegui encontrar a esta hora avançada da noite/madrugada!)


Até amanhã ou depois!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Factor "C"

Ele há coisas que só vividas, porque contadas até custa acreditar! Hoje tomei a coragem de ir às urgências ver que raio se anda a passar com a minha saúde, tirando o que já sei. Temia passar um dia inteiro no hospital, mas não foi o caso. Esperei pouco mais de meia hora até ser observada. Depois de uma série de perguntas, acabei por dizer que tinha uma "irmã" médica. Naquele instante fui tratada como raramente aconteceu em quase 30 anos de vida. Fiz todos os exames possíveis e imaginários, incluindo análises. Perguntei quanto tempo iria demorar até ter os resultados, ao que a médica respondeu que poderia ausentar-me e voltar três horas depois, mas que fosse directamente ao gabinete, para que não ficasse horas à espera até ser chamada. Estupefacta, saí do hospital, fui trabalhar e três horas depois regressei. Como sugerido, dirigi-me ao consultório. Entrei sem esperar, o que me fez sentir algum peso de consciência, por saber que estavam inúmeras pessoas aguardar vez. Sei que não foi correcto da minha parte, mas a verdade é que estava e estou demasiado cansada/debilitada. Ainda agora me questiono porque razão é que um pequeno detalhe pode fazer tanta diferença?! Estranho, muito estranho. Será que ser bom samaritano nos dias de hoje ainda compensa? Quem no meu lugar teria abdicado de uma oportunidade como esta?


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Diagnóstico: níveis de hemoglobina preocupantemente baixos, o mesmo é dizer que estou anémica!


Até amanhã ou depois!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Gripe?

Mais um dia de trabalho. Mais um dia agarrada ao telefone, ao portátil e aos auxiliares de memória, para que nada seja esquecido. Se num minuto estou a falar do projecto “x”, no outro estou a comentar o “Y”. No meio de um mar de responsabilidades laborais, tempo ainda para as preocupações pessoais. Vale o trabalho para atenuar o que mais me faz sofrer. Pouco importa o que seja, porque a dimensão dos nossos problemas ganha grandeza dentro de nós e não aos olhos de terceiros.
O dia terminou com mais uma reunião. Logo hoje que não estava nada preparada – calças de ganga, o belo do ténis e colete de penas. Enfim, a roupa não foi o pior. Quando cheguei, fui recebida cordialmente, com todas as formalidades inerentes a uma empresa de prestígio. Antes da reunião começar, a pergunta da praxe: “quer um café, uma água, qualquer coisa?” A resposta de sempre: “uma água, obrigado!”.
Sem saber bem porquê, a directora de mkt olhou para mim e comentou: “está doente, constipada?” Fiquei atónita, sem saber o que responder. Engoli em seco e confirmei as falsas suspeitas da simpática senhora. “Sim, estou engripada!”. Tentei conter-me para não chorar. Valeu-me a entrada de rompante da moça que gentilmente me serviu a dita água. Posto isto, a reunião começou. Foram mais de 45 minutos de blá, blá, blá, blá! Entre um golo e outro lá fui mantendo a concentração. Quase uma hora depois, a reunião terminou e despedi-me com um: ” foi um prazer, vamos mantendo contacto”. No final, a simpática directora de mkt fitou-me o olhar e disse: “as suas melhoras, vá descansar que tem cara de quem precisa e muito!”. Sorri, agradeci e gelei!
Eram cerca das 20h e resolvi ir ao hipermercado mais próximo comprar algo para dar alimento ao corpo. Mal liguei o telefone foi um não mais parar de telefonemas consecutivos. O que poderia ter comprado em pouco mais de 10 minutos, levou mais de uma hora. Parecia uma tola de um lado para o outro nos corredores do hiper. Às páginas tantas já não sabia o que tinha ido lá fazer. Resolvi pousar o cesto das compras e encostar-me junto à secção de lacticínios. Contas feitas, já passava das 21h quando me dirigi à caixa para pagar meia dúzia de coisas.
Chegada a casa, hora de tomar um duche e dar atenção às minhas mais que tudo. Enquanto isto, fui ligando o PC para ver e responder a mails. O telemóvel tocou e do outro lado uma voz doce perguntou: “já jantaste?”. Pensei duas vezes antes de responder: “não, mas vou trincar qualquer coisa daqui a nada!”. A verdade é que passa das 24h e ainda não me deu a fome. Mas sim, agora vou até à cozinha ver o que há para depois deitar-me e “desligar” a cabeça. Afinal, devia estar deitada a curar a suposta gripe!



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Até amanhã ou depois!

domingo, 16 de novembro de 2008

Intervalo

Até amanhã ou depois!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Tatuagens

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Até amanhã ou depois!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Mar Agreste

Gostava de começar as minhas dissertações bloguistas sem ser: há dias assim! Mas não encontro melhor expressão! A verdade é que aquilo a que chamamos de vida não tem andado pelos ajustes. Melhor dizendo, o rodopio profissional tem sido alucinante e os apêndices adjacentes ao nosso dia a dia têm sido do pior. Há umas semanas dei conta que o meu carro tinha sido rebocado, o que me levou da carteira cerca de 120€. Depois, o alternador do meu humilde meio de transporte morreu e obrigou-me a deixar no mecânico mais 200€. Pensei que se tratava de uma semana de azares, mas não! Além das preocupações profissionais, da instabilidade emocional causada pelo esforço mental em organizar trabalho, gerir vida familiar e social, dei-me conta da minha impotência em querer colocar em prática algo tão simples como seja surpreender a pessoa que um dia arrebatou meu coração.
A trama não se fica por aqui. Hoje, depois de sair de uma reunião em Miraflores, seguia eu calmamente no IC17 quando o carro que me precedia travou bruscamente, levando-me a travar a fundo, mas sem efeito. Choquei na traseira do veículo com toda a força. Por segundos deixei de respirar, dado o embate. A culpa foi minha. O condutor envolvido tentou evitar bater num “chico esperto” que se colocou à má fila à sua frente! Conclusão, carro desfeito e conta a zeros para o arranjar! Não sei se estou triste, frustrada, irritada ou zangada. Diria que estou dormente, mas não apática. Dou por mim a pensar no que estará para vir depois desta maré agreste. Quero pensar que amanhã o sol brilhará e que a tempestade passará. Quero acordar e sentir que o pesadelo acabou.



O presente que não consegui oferecer

Por esquecimento ou medo, faltou dizer que a saúde não anda famosa, mas este é um assunto sobre o qual não gosto de escrever, quem sabe por receio do que está para vir!

Até amanhã ou depois!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vida

A vida prejudica a expressão da vida. Se eu vivesse um grande amor nunca o poderia contar.” Fernando pessoa


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Até amanhã ou depois!